Foto: Ponte Jornalismo
O atendimento será feito pela atendente virtual, chamada Pagu. Inicialmente, serão ofertadas várias opções de ajuda, mas a qualquer momento uma atendente da central pode ser acionada. A equipe da central é composta somente por mulheres desde março.
Agora, com a separação dos serviços, o ministério poderá coletar dados acerca de violência contra a mulher por meio do Whatsapp, a serem usados na formulação de políticas públicas.