Brasil sobe no ranking da felicidade e se torna o 2º país mais bem colocado da América do Sul

Finlândia lidera lista pelo oitavo ano consecutivo; Estados Unidos e França caem no ranking

Foto: Divulgação

O Brasil subiu oito posições no ranking global da felicidade e agora ocupa o 36º lugar, tornando-se o segundo país mais bem colocado da América do Sul, atrás apenas do Uruguai. O levantamento, que mede a percepção de bem-estar e qualidade de vida em diversas nações, continua sendo liderado pelos países escandinavos, com a Finlândia no topo pelo oitavo ano consecutivo.

Os países nórdicos dominam o ranking, com Dinamarca, Islândia e Suécia completando as primeiras posições. Segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo, essas nações se destacam por aliar qualidade de vida, altos índices de confiança na sociedade e baixos níveis de corrupção, fatores fundamentais para a sensação de felicidade da população.

Brasil avança e se destaca na América do Sul

O avanço do Brasil no ranking demonstra uma melhora na percepção de bem-estar da população, apesar dos desafios socioeconômicos. A subida de oito posições reflete uma recuperação em relação ao ano anterior, consolidando o país como um dos mais bem colocados da América do Sul, superando vizinhos como Argentina e Chile.

O estudo considera critérios como saúde mental, estabilidade econômica, suporte social, expectativa de vida, liberdade para fazer escolhas e generosidade. Embora o Brasil ainda enfrente desafios nesses aspectos, a melhora na posição indica uma percepção mais otimista da população em comparação aos anos anteriores.

Queda dos Estados Unidos e impacto da guerra

Se por um lado alguns países avançaram na lista, outros registraram quedas significativas. Os Estados Unidos, por exemplo, caíram do 15º para o 24º lugar, sendo um dos destaques negativos do levantamento. Um dos motivos apontados para essa queda é a diminuição do convívio social entre os americanos, um fator que impacta diretamente na sensação de bem-estar.

A França também perdeu posições, despencando do 27º para o 33º lugar, ficando apenas três posições à frente do Brasil.

Já o Afeganistão segue como o país menos feliz do mundo, repetindo a última colocação da lista. A guerra e o retorno do Talibã ao poder são apontados como os principais fatores para essa posição.

O que faz um país ser mais feliz?

O ranking da felicidade é baseado em dados coletados de pesquisas realizadas com a população de cada país, levando em conta aspectos como:

Qualidade de vida – Acesso à saúde, educação e segurança.
Convivência social – Relações interpessoais e apoio comunitário.
Estabilidade política e econômica – Confiança na governança e perspectivas de crescimento.
Baixos índices de corrupção – Transparência e eficiência dos serviços públicos.
Liberdade individual – Possibilidade de fazer escolhas e se sentir realizado.

O levantamento mostra que riqueza não é sinônimo de felicidade. Países com alto PIB per capita, como os Estados Unidos e a França, caíram na classificação, enquanto nações menores, mas com maior equilíbrio social, se destacam nas primeiras colocações.

O avanço do Brasil no ranking pode indicar uma mudança na percepção da população sobre o próprio bem-estar, mas ainda há desafios a serem enfrentados para que o país continue subindo na lista nos próximos anos.

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