Imagens: Senado Federal
A reportagem foi publicada na terça-feira(13).
Segundo o texto, o jornal teve acesso a 6 gigabytes de mensagens e arquivos trocados via WhatsApp por auxiliares de Moraes no período eleitoral de 2022. Entre as mensagens havia conversas com o juiz instrutor Airton Vieira, o jornal diz que obteve o material de forma legal, não utilizando interceptação ilegal ou acesso hacker.
Os diálogos teriam mostrado ao menos 20 casos em que o gabinete de Moraes solicita de maneira extraoficial a produção de relatórios pelo TSE. Parte desses documentos teria sido usada pelo ministro para embasar medidas criminais contra bolsonaristas, como cancelamento de passaportes, bloqueio de redes sociais e intimações para depoimento à polícia federal.
Em nota, o gabinete do ministro Alexandre de Moraes esclareceu que: “Todos os procedimentos foram oficiais, regulares e estão devidamente documentados nos inquéritos e investigações em curso no STF, com integral participação da procuradoria geral da república”.
Foi solicitado por parlamentares o pedido de impeachman e o caso segue sendo investigado.