Deolane Bezerra foi monitorada pela Interpol na Itália antes de ser presa em São Paulo

Foto divulgação

Investigação aponta que autoridades brasileiras planejavam deter a influenciadora em Roma com alerta internacional

Redação: Lilly Barros | Tempo de leitura: 2 minutos

A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra teve seus últimos passos monitorados de perto pelas autoridades brasileiras com o auxílio da Interpol antes de ser detida em Barueri, na Grande São Paulo. Ela passou mais de 20 dias em viagem de luxo por Roma, na Itália, onde ficou hospedada em um apartamento com diárias estimadas em R$ 15 mil.

De acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o nome de Deolane chegou a ser incluído de forma sigilose na lista de Difusão Vermelha da Interpol. Havia uma articulação em andamento para prendê-la em solo europeu, mas a influenciadora antecipou seu retorno ao Brasil para renovar seu passaporte, desembarcando poucas horas antes da deflagração da Operação Vérnix.

Defesa e Alegações
A ação policial investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro operado por empresas de fachada ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Durante a audiência de custódia, em que a prisão preventiva foi mantida, Deolane alegou, bastante emocionada, que foi detida no exercício legítimo de sua profissão como advogada e que os valores em suas contas são decorrentes de honorários de clientes.

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